A resistência do exoesqueleto refere-se à capacidade de suportar cargas e ao desempenho com assistência de potência dos dispositivos vestíveis de exoesqueleto, sendo um indicador técnico fundamental que determina os cenários de aplicação e a segurança do usuário. Diferentes tipos de exoesqueletos são projetados com parâmetros de resistência específicos, conforme as exigências de uso. Os exoesqueletos industriais passivos baseiam-se principalmente em alavancas mecânicas e estruturas elásticas para compartilhar as cargas na região lombar e nos ombros, reduzindo eficazmente a força muscular necessária para levantamentos e flexões frequentes, com uma resistência nominal de dezenas de quilogramas, visando aliviar a fadiga acumulada e evitar lesões lombares. Os exoesqueletos motorizados fornecem uma assistência de maior intensidade por meio de motores servocontrolados, permitindo que o usuário transporte cargas mais pesadas por longos períodos ou auxiliando pacientes com dificuldades de locomoção a sustentar seu próprio peso corporal para ficar em pé e caminhar com segurança. Os engenheiros otimizam a resistência da estrutura adotando materiais de alta rigidez, como fibra de carbono e alumínio aeronáutico, garantindo estabilidade estrutural sob carga nominal, sem deformação ou fratura. Além disso, mecanismos embutidos de proteção contra sobrecarga acionam automaticamente o corte de energia ou a limitação de força assim que o limite de resistência projetado é ultrapassado, prevenindo danos ao equipamento e lesões pessoais. O dimensionamento adequado da resistência do exoesqueleto em relação às cargas reais de trabalho não só prolonga sua vida útil, mas também maximiza a eficiência operacional, protegendo integralmente a integridade física dos usuários em cenários industriais, de resgate e de reabilitação médica.